1 de julho de 2022
Claudio Tonelli Colunistas

A famigerada ex-president(a)

Foto: Google Imagens – Fiocruz

Quem lembra “daquela” que foi eleita sob forte suspeita de fraude em 2010, que continuou sob forte suspeita de fraude em 2014, e por fim foi defenestrada após longos protestos da população brasileira em 2016. “Aquela” que em 2013 precisou contratar às pressas um advogado para colocar no TSE como ministro ad hoc para fazer o voto minerva pela não cassação de sua chapa junto com o temeroso Temer.

“Aquela” mesma que fazia orgias de todo tipo com suas amiguinhas (assessoras) no Planalto, no Alvorada, em Portugal, na França, na PQP, gastando horrores do erário público, tacando cabides nas camareiras, ou fumando o seu cubano preferido num cachimbo de pedra. Pedaladas era com “ela” mesma, pois já entrou no poder com propósitos bem definidos, onde sua obrigação maior era dar de louca e assinar milhares de decretos secretos que salvariam os acordos lobistas do PT, principalmente do filho do chefão, catador de cocô de elefante no zoológico. Todo mundo se dando muito bem com ilhas, fazendas, pedalinhos, paredes falsas, jatinhos…

Nos negócios também acontece assim: Quando algum empresário malicioso decide destruir um negócio bom e rentável, ele põe um péssimo administrador para cuidar. Assim o negócio vai à bancarrota e poderá ser comprado baratinho.

Ainda dói no coração do brasileiro a bela cusparada que Lewandowski deu na Constituição ao manter os direitos políticos “dela”. A construção que começou lá trás, com pitadas de FHC, Chávez, Fidel, Barroso, Gilmar, e até o traído do Barbosa, que saiu de fininho quando o recado foi mandado através do Zavascki. E quantos outros serviram de “recado”? Quantos foram para a vala, ou para o mar?

Agora o PT faz questão de esconder a ex-president(a) do stand-up lulopetista, que, aliás, seria uma delícia aos nossos ouvidos. Relembrar a vergonha nacional (e internacional) que passamos por pérolas como: ensacar vento; saudar mandioca; a figura do cachorro atrás do menino e uma das mais clássicas: “Ninguém vai ganhar ou perder; todos vão ganhar e perder”

Cadê “ela”? O PT tem vergonha “dela”? A primeira “mulher” a presidir o Brasil. O verbo “presidir” viria de de “presídio”, “presidiário”, que combina bem com toda a patota comunista que há anos combina o revezamento 8×8 do “teatro das tesouras”. “Ela” sempre será lembrada por abrir a cachola do brasileiro para a política. Quem diria que depois de 6 anos, alguém ainda lembraria o quanto de incompetência, desleixo, usurpação, esbanjo, mau-caratismo, soberba, e tantos outros adjetivos deixamos de ter nas nossas vidas… UFA!

Administrador e Consultor de Empresas, ativista político e estudioso de fraude eleitoral.

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