4 de julho de 2022
Claudio Tonelli Colunistas

A corda é de nióbio?

Desde antes de Bolsonaro assumir a presidência, os recados foram sendo dados, incluindo um atentado que quase custou a vida do presidente. Naquela reunião com Rosa Weber, ainda presidente do TSE, ela deixou bem claro que quem manda no Brasil é o STF, com seu órgão subalterno, não menos pior, o TSE. O “homem” falou da fraude na urna eletrônica e quase recebeu uma canelada no “sistema”… ninguém gostou!

As provocações permaneceram! Tentaram incriminar os filhos, a esposa, os assessores, até a Marielle precisaram matar para incriminá-lo… E NADA! Que homem ungido é esse que não cai no encanto da corrupção fácil? O tal deputado gay, Jean Wyllys, tão fraco que precisou vender o mandato e cair fora do país, sob pena de ter que trabalhar dobrado nas CPMI’s do Circo e das Fake News.

Criaram o vírus mundial para atacar a democracia do ocidente, começando pela derrocada fraudulenta de Trump, e aqui, a todo custo, o nosso “Capitão” resistiu. Aqui é osso duro! Quase 30 anos de lida com o pior da espécie homus corruptus. Pois às claras o discurso do “fique em casa” do patético Mandetta e detonou o “tranca-rua” do Dória. A falência política foi tão grande que precisou da suprema casa dos deuses entrar em cena e liberar prefeitos e governadores, para comprar o que quiserem, pelo preço que quiserem, aonde quiserem, sem prestar contas a ninguém, desde que quando a sacolinha passar, a oferta seja generosa.

Não bastasse a primeira carga de vírus, veio a segunda, terceira e tentaram empurrar a quarta cepa, mas o Putin, enjoado das trapaças dos jogadores globalistas, resolveu dar um basta. Só a recessão gerada pelos lockdowns mundo afora não bastava, precisava de uma inflação, afinal o mundo almejava um ajuste técnico. “Pior do que o vírus, é o frio”, pensou algum estrategista ex-KGB, e vai mais longe: “se Hunter e Zelensky querem tomar os nosso negócios, então o mundo todo irá se ferrar”. E o Brasil, com muita sorte, escapou de novo. A sagacidade do “ungido” foi além, negociando os acordos de fertilizantes e alimentos, antes da guerra. Deus Vult!

Agora vem um bando de dementes dizendo que a inflação é culpa do Bolsonaro, que o combustível é caro por conta do Bolsonaro, que somente o “salvador” e “pai dos pobres” irá livrar o Brasil do mal que é Bolsonaro. Até a culpa pelos mendigos de rua o pobre homem está levando. Todas as chagas brasileiras, de anos, recaíram nas costas do Bolsonaro. A cada dia perdemos mais um pedaço de liberdade, que, aliás, sempre foi reprimida, sufocada, desmerecida… principalmente quando tocamos nas feridas da “democracia”! Como última cartada o povo quer decidir não em quem votar, mas sim como irá votar. Não se trata mais de acertar a escolha, mas sim de como livrar do mal que transformou o país nessa piscina cheia de ratos [SIC].

O que era para acontecer em 7 de setembro de 2021, foi postergando, postergando… quem sabem 7 de setembro de 2022, seja o grande dia, nossa última chance: o dia especial em que a corda da liberdade será serrada e os brasileiros receberão, enfim, a liberdade tão almejada de anos. Até lá tem chão e fortes surpresas virão. Está chegando a hora de libertar o povo de vez, e prender os opressores, que nos aprisionaram em discursos falaciosos, Constituições enganosas, acompanhadas de mídias cooptadas, comandadas por instituições externas que se consideram donos do Brasil e do resto do mundo.

Administrador e Consultor de Empresas, ativista político e estudioso de fraude eleitoral.

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