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Há tempos, a tendência de se desligar a espécie humana das baias da natureza vem formatando uma pauta política em defesa da espécime pós-humana vivente.

O ‘lugar da fala’ na política de gênero frequentemente ataca o preconceito dos conservadores os acusando de transfóbicos por insistirem em permanecer atados à ordem natural da espécie humana.

Não faz muito tempo, a escritora JK Rowling foi taxada de transfóbica por ter curtido um tweet que se referia aos trans como “homens de vestido”. Só pela curtida, a escritora foi alvejada com montes de impropérios.


Depois dessa ofensa, Rolling é seguida de perto por ativistas trans. Ontem, a escritora enfureceu alguns dos seus a 14,5 milhões de seguidores ao compartilhar um artigo intitulado ‘Opinião: Criando um mundo pós-COVID-19 mais igual para as pessoas que menstruam’.

“Pessoas que menstruam.” Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas… Wumben? Wimpund? Woomud?

“Ao postar o irônico comentário, os ativistas trans pularam na carótida da escritora acusada de ‘antitrans’ e ‘transfóbica’ que faz parte da tropa que ronda ameaçadoramente a vida dos transgêneros,

Rowling foi chamada de ignorante e preconceituosa por não acatar a verdade de que “indivíduos não-binários e não-conformes ao gênero, também podem menstruar”.

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