O Oscar e a Coreia do Norte

Foto: Arquivo Google – Caras- UOL

Ao contrário do que eu supunha, o mimimi sobre o resultado do Oscar pode sobreviver ao rescaldo dos resistentes na quarta feira de cinzas.

Circula nos canais deep web que uma conspiração do alto escalão do governo Trump impôs aos jurados do maior festival da indústria a vitória histórica e esmagadora de um filme sul coreano – o primeiro longa de outro idioma que não o inglês – ganhasse a estatueta na categoria Melhor Filme do Mundo.

Um dado a se destacar é que nem mesmo o diretor da película falava o idioma dominante nas altas esferas do cosmopolitismo global.

Como assim? Que ousadia!

Ele levou uma tradutora para lavrar seu discurso para uma plateia boquiaberta.

Foi essa falha – não falar coloquialmente a língua dominante de quem manda de fato no espetáculo – que despertou o interesse dos investigadores e espiões para algo oculto no roteiro da festa.

A primeira hipótese é de que a administração Trump tinha interesse estratégico em humilhar ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, na sua língua natal.

O ditador celestial deve ter ficado pluto da vida!

Os ‘profetas’ brasileiros, que haviam determinado que só filmes norte-americanos ou de língua inglesa, podem ganhar um Oscar de melhor filme do mundo, encontram dificuldades para explicar essa anomalia.

Porém já circula entre as lides progressistas do hemisfério sul a hipótese de que o autoritário, cafajeste e agressivo presidente dos EUA enviou uma mensagem para seu colega fascista do Brasil com a palavra cifrada ‘PARASITA’ como código de uma categoria social vencedora, inadvertidamente anunciada publicamente por um dos ministros do triunvirato neofascista e enganosamente atribuída aos altruístas, ilibados e competentes altos funcionários públicos do país subalterno dos EUA.

Dizem que essa conspiração deverá influenciar a vitória de uma escola de samba do primeiro grupo.

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