Cuecas, malas & falcatruas

Tempos atrás, José Adalberto foi preso em flagrante no aeroporto de São Paulo transportando US$ 100 mil na cueca + R$ 209 mil numa mala. À época, ele era assessor parlamentar do deputado José Guimarães, irmão do ex-presidente do PT José Genoíno.
Os sites de verificação dizem ser falso que ‘Zé dólar na cueca Guimarães’ foi mula de si mesmo.

Afirmam que o corpo e a cueca, que revestia os testículos dolarizados da mula, não era do deputado. Era de um assessor dele!

O MP concluiu que esse dinheiro era uma propina paga pelo fechamento de um contrato entre o banco e o consórcio Sistema de Transmissão do Nordeste (STN) no valor de R$ 300 milhões.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério Público, José Adalberto e José Guimarães aparecem como beneficiários e “teriam se associado a Kennedy Moura na realização do ato ilícito”.

Assim, ainda que tentem arranca-lhe o legado, o apelido Zé ‘dólar na cueca’ Guimarães é uma legenda original e intransferível que o deputado levará consigo até a última morada.

Perdi as contas do número de malas abarrotadas de propina e a soma dos valores que a polícia encontrou com autoridades brasileiras.

Hoje, em Brasília, apareceu mais uma mala!

Adriana Aparecida Zanini, vice-presidente do Instituto Brasília Para o Bem-Estar do Servidor Público (Ibesp) guardava em casa uma mala com R$250.000,00,

Ela é uma das suspeitas de envolvimento nas falcatruas atribuídas ao ex governador de Brasília, Agnelo Queiroz( PT)

Notícias Relacionadas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *