COVID-19, 20, 21?

Há 12 meses pouco ou quase nada se sabia sobre a irradiação e a potencia do vírus que apareceu em Whuan, China, e se espalhou pelo mundo velozmente.

Passados doze meses, gradativamente, começa-se a juntar estudos sobre as intrincadas ramificações da Covid-19 no organismo humano.

Uma matéria publicada no jornal ‘El País’ relata o estudo da dermatologista Almudena Nuño González que registra como “língua de Covid-19” as alterações pesquisadas por ela em pacientes contaminados pela peste do século XXI.

Diz ela:

“Encontramos algumas alterações na língua que até então não tinham sido relacionadas com a Covid-19: é uma língua dilatada, como se estivesse inchada, na qual se veem as marcas dos dentes, e também pode estar despapilada, com áreas de seu dorso com pequenos buraquinhos onde as papilas estão achatadas. Vê-se como uma língua com manchas rosadas”, explica Nuño González, cuja equipe anunciou suas descobertas nesta terça-feira em um comunicado(…)
Nuño González destaca que outros fatores poderiam explicar alguns desses sintomas, como certos medicamentos ou a ventilação com oxigênio, que seca a boca e pode irritar a língua. “Mas a língua despapilada se deve 100% à Covid-19, porque não ocorre por nenhuma outra circunstância nem nenhum tratamento”.

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