A sórdida estratégia do Vaticano

Começam a aparecer traços de uma sórdida estratégia do Vaticano em manter silêncio sobre os ataques de grupos progressistas radicais a templos católicos na Europa e América Latina, a degola do professor de história Samuel Paty, por um jovem muçulmano de origem chechena  e o vandalismo recente a uma igreja no Chile por ativistas.
Uma síntese, que desagradará muitos católicos, trata da investida papal sobre assuntos de Estado.

O Papa Francisco dividiu seu reinado em duas bandas.

Uma de doutrinação espiritual corriqueira e outra – taticamente mais visível – de doutrinação política com vistas a reinserir a religião em assuntos de Estado.

Ora, nesse contexto, o Papa não difere de um aiatolá-líder supremo que controla e comanda a vida política e militar de algumas nações.

Francisco governa o Estado do Vaticano.

Mas parece que ele acha pouco!

Alguns críticos enxergam, através das ‘homilias dominicais’, que a verdadeira ambição do papa é a retomada da arcaica conjuminação ‘religião estado’.

Pode-se até achar que o  laicismo estatal-ideia responsável pela separação moderna entre a Igreja e o Estado, que ganhou força com a Revolução Francesa, não resultou em sociedades mais humanizadas.

Mas, daí a atribuir à religião o ‘fiel’ da balança em justiça social, é um embuste que embala interesses difusos que mesclam objetivos das lideranças religiosas de diferentes matrizes.

O link a seguir revela que a tática papal encontra seguidores até em regimes de esquerda como o cubano onde, supostamente, o Deus católico encontraria seu túmulo histórico.

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