Maria Lourdes Afiuni


Maria Lourdes Afiuni, juíza venezuelana,foi presa em 2009, a mando de Hugo Chávez, meia hora após conceder liberdade condicional a um empresário.
Passou dez anos presa.
Na ocasião da prisão, grupos de direitos humanos acusaram Chávez de criar um clima de medo entre os magistrados e ameaçar a independência do judiciário na Venezuela.
Ontem,o ditador Maduro,para fazer média com a ONU que,enfim, decidiu expor publicamente sua repulsa às atrocidades do tirano contra o povo, deu liberdade(sic) à juíza.
Na verdade, a Justiça na Venezuela não é um poder autônomo, permanece sob tutela e mando do ditador.
É essa tirania jurídica que o site mercenário de um pirata norte-americano partiu em defesa, acusando membros de Força Tarefa da Lava Jato de tentar intervir.
O site acusa membros da Lava Jato de passar informações no âmbito judicial, sobre uma empresa brasileira envolvida em corrupção continental, para membros do judiciário venezuelano que ainda exerciam a Lei e resistiam ao ditador. De fato, as investigações da Odebrecht foram compartilhadas entre diversos governos.
É do conhecimento geral que o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela se tornou um braço ‘legal’ do ditador Maduro
Impossível esconder!
Até Luisa Ortega Díaz, ex procuradora da Venezuela,pessoa do seleto grupo chavista, que ousou se opor ao tirano Maduro, teve que fugir para Colômbia, para escapar da perseguição da ditadura de Nicolás Maduro, que a destituiu.
Maduro ameaça a oposição de processos judiciais caso continuem a emitir decretos que desagradam o ditador .O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (TSJ) declarou inválida a mesa diretora da Assembleia Nacional, controlada pela oposição, e ameaçou seus membros de processos judiciais caso continuem a emitir decretos contrários ao governo.
Nenhum dos atos aprovados pela Assembleia tem valor legal.
É essa tirânica força anti democrática e violadora dos Direitos Humanos que o site pirata e seus acólitos consideram um exemplo de democracia a ser respeitado e preservado.
Qualquer um que ouse compartilhar ferramentas que possam aliviar o sofrimento do povo venezuelano, será considerado pelos apoiadores do ditador Maduro, um inimigo a ser destruído.
São esses algozes da democracia que cinicamente se auto intitulam defensores do Estado de Direito.

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