Eu e Marco Polo


Um dos amores da minha vida foi Marco Polo. Tenho outros reais ou de ficção, como Alexandre, o Grande e Zorba, o Grego, mas voltemos ao MP.
Comprei o livro escrito por ele ou supostamente escrito por ele. O cara simplesmente era um doido mentiroso. Nem me lembro mais dos absurdos escritos por ele.
A Netflix está me seduzindo há algum tempo para ver uma série sobre ele. Eu decidi que não, mas, lancei mão do restinho de admiração que tive por ele, e voltei atrás.
Descobri que MP não é nada perto das mentiras do roteirista. Segundo a série, ele morando na Mongólia teve aulas de Kung Fu. Tudo bem, uma licença poética. Talvez tenha tido mesmo.
Eu não sei bem como era a vida sexual dos mongóis, mas, de acordo com a série, era uma putaria só. As concubinas peladas transando umas com as outras eram escolhidas pela própria mulher do Kubai Klan. Eu sempre soube que as concubinas eram igualmente respeitadas como as esposas, menos, é claro, mas na série eram quase prostitutas. Obviamente teve cenas de sexo também com homens. Não sei como essas atrizes se sujeitam a fazer isso.
No entanto, agora vou falar bem da série que ainda não terminei, o instrutor de Kung Fu do Marco Polo disse uma frase que me marcou:
“É preferível ser odiado por aquilo que você é do que ser amado por aquilo que você não é”
Fica a dica. Não da série e sim da frase. “Prestenção!”.

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