Sim, são outros tempos: piores


Como severo protetor das minorias, dos frascos e comprimidos, mais uma vez desafio o coro dos contentes e containers e nado de costas contra a corrente.
Carlos Bolsonaro está certo ao gritar: “Por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos… E se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes”.
Ganhamos uma só batalha, estamos longe de ganhar a guerra. E guerra é guerra. Para não dizerem que não falei de flores, Gandhi acabou assassinado e a Índia continua “on the table”.
“O ventre da besta ainda está fértil”. Cortamos a cabeça da jararaca, mas antes de morrer, em Curitiba, ela pariu milhões de filhotes.
E eles estão aí e crescendo, neste imenso ofidiário.
Se Bolsonaro teve 58 milhões de votos, o poste do presidiário teve 44 milhões. Isso é um sinal, um diagnóstico e abusando dos clichês, antes prevenir que remediar.
Sempre comparo os órfãos de Lula a Alliens, invasores de corpos. Eles continuam aí. Quando você acha que está conversando, convivendo com um humano, de repente ele cai na sua jugular e, quando não mata, engorda o número de possuídos.
Entre estes 44 milhões de bovinos contaminados, uma enorme minoria continua no poder. Uma minoria que é maioria, como diria a Dilma. Minoria maioria que está em todos os setores da sociedade, cooptando e/ou destruindo, sugando, envenenando, contaminando, dando as cartas marcadas; da imprensa aos empresários cúmplices ou chantageados; das universidades ao segundo escalão do governo federal; do Legislativo ao Judiciário. Tudo dominado.
E estes alienígenas espreitam, preparam o clima de tocaia.
E como funciona a tocaia?
Aprendi com Otto Lara Resende, in loco: “A tocaia é a grande contribuição de Minas à cultura universal”. “Abraço e punhalada só se recebe de quem está perto”.
Por isso existe certa nobreza na tocaia. A vítima não vê, não espera a surpresa. Passa desta para melhor, de repente, sem aviso prévio. Não sofre, morre sem medo.
Mesmo as pessoas mais sensatas condenaram “o golpe contra a democracia” de Carlos Bolsonaro. Como condenaram a máxima de seu irmão, o embaixador Eduardo Bolsonaro para quem “basta um cabo, dois soldados e um Jeep (para fechar o STF).
“Por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos…”. Pior, não vai acontecer. Não vão deixar. E quem não vai deixar?
“E se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes”. E quem são os mesmos? Os mesmos, ora pícolas!
Os mesmo Maias, sem Eça de Queiroz, com muito Queiroz, o calcanhar de Aquiles de Flávio Bolsonaro, logo, de seu pai…
O que fizeram e fazem, diariamente, 24h/24h, com Bolsonaro? A estratégia é tão simples quanto conhecida, provada e comprovada.
Primeiro o desqualificam como louco. Se não der certo, passam a ridicularizá-lo. Ele, seus ministros, seu governo.
Acontece, que todo louco no Brasil é doido com carradas de razão. Depois, piada de esquerdista não tem graça. Petista rouba até piada. Aí vira piada genérica, piada cover, piada requentada, reciclada.
Quando isso não dá certo, o desespero aumenta, aí vem o golpe baixo das “Fake News”, do Glenn “IntercePT” Verdevaldo, entre outras calúnias, difamações e delírios.
Tudo organizado e divulgado. O clima vai esquentando até colocar fogo na Amazônia e na própria água como fez o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera (Diabo Velho) como os índios o chamaram, até transformá-lo em rodovia. De acordo com lenda urbana ou indígena, Bartolomeu colocou fogo na cachaça branca, como se fosse água. Os índios acharam que ele faria o mesmo com os rios, morreram de medo; entregaram o jogo e o caminho das pedras.
Mas Bolsonaro é destemido, corajoso e nada o intimidou.
Apelaram então para uma lição aprendida com a Máfia, que qualquer um pode comprovar, revendo “O Poderoso Chefão III”.
No último filme da trilogia de Francis Ford Coppola, o chefão Michael Corleone (Al Pacino), antes de passar o poder ao herdeiro e sobrinho bastardo, Vincent (Andy Garcia), suplica que ele se afaste de sua filha, Mary (Sofia Coppola).
Michael avisa Vincent mais ou menos isso: “Quando vierem de atacar, não te alcançando, vão pegar tudo e todos que você mais ama…”.
Pois é. Como não pegaram o Jair Bolsonaro, foram atrás do que ele mais ama: a família.
Os desafetos e principalmente a imprensa marrom-bosta tentou de tudo. Tentou desqualificar e ridicularizar Carlos, Eduardo e até a avó da primeira-dama, Michelle.
E como quem procura acha e em política não existem santos, acharam a dupla dinâmica, Flávio Bolsonaro e Queiroz.
Claro que se tiver lama nesta ligação perigosa e tudo indica que existe, Flávio deve sofrer as consequências legais. Esta é a minha opinião. Mas e se fosse meu filho? E se fosse o filho ou filha da idolatrada leitora, do caro leitor? Vocês entregariam o próprio filho às hienas?
Então, é esta democracia de merda aí ou devolver tudo para os índios de Anhanguera ou cobrir o Brasil com uma lona, apagar a luz e voltar às origens, como há anos sugeriu o petista Luís Fernando Verissimo, Ou como diria outro petista, Chico Buarque, antes que digam não, se instalar feito posseiro do MST dentro do coração do Brasil.
PS: Sim, são outros tempos, não estamos em 1964. Em compensação estamos em 2019.
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