A 2a Turma e o Ministro Sydney Sanches

Imagem: Arquivo Google

Temos um insano despreparado e defensor das trevas na Presidência da República e ministros na Suprema Corte que criam leis.
O ex-presidente do STF Sydney Sanches disse que, se estivesse na Segunda Turma, teria votado pela manutenção da condenação de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras.
“Eu teria aplicado o Código de Processo Penal como está. A lei tem que ser aplicada. Quem quiser, que mude a lei.”
E explicou direitinho, em entrevista ao Globo:
“A lei processual diz que os prazos das alegações finais é o mesmo para todos os réus. A acusação tem o prazo dela, e a defesa dos réus tem o mesmo prazo em seguida. Não se faz distinção de um réu que é acusado por outro, o que acontece em ações comuns. Há processos sem delatores em que um réu põe a culpa no outro. Não foi ilegal o que foi feito pelo Sergio Moro (dar o mesmo prazo de alegações finais para réus delatores e não delatores).”
Os ministros Gilmar Mendes e Lewandowski, com o surpreendente apoio de Carmen Lúcia, foram “criativos”, como tem dito o Merval Pereira, e inventaram que há dois tipos diferentes de réus.
E com isso abriram a porteira para que sejam soltos praticamente todos os corruptos condenados em Curitiba e cuja condenação foi mantida em Segunda Instância, no TRF 4, e em Terceira Instância, no STJ.
Só o ministro Edson Fachin votou contra esse criativo pró-criminosos.
É foda.
Leia mais em : https://oglobo.globo.com/brasil/a-lei-tem-de-ser-aplicada-quem-quiser-que-mude-lei-diz-ex-presidente-do-stf-sobre-anulacao-de-sentenca-de-moro-23915402

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