A feira do meu bairro


Mais uma quinta-feira na feira livre encontrando os meus amigos feirantes.
Hoje soube que o Mauro – das verduras – já está ali há mais de 40 anos, conheceu meu pai e adora minha mãe.
Às vezes ele – que é um gentleman- vai até a casa dela para dar um oi e tomar um cafezinho, gente fina!
A média é essa e, portanto, já se tornaram nossos fornecedores honestos. Hoje fiz 3 feiras. Uma para a casa de minha mãe, outra para a minha e surpresa! minha irmã Cady apareceu e me pediu para acompanhá-la.
A feira representa muito para mim. Fora a comodidade de ter quase em frente de casa. Kassab queria tirar dali mas os moradores fizeram abaixo assinado e está lá. Eu mesma assinei 3.
Hoje meu peixeiro – que me contou ser descendente de espanhóis com restaurantes na Espanha – me deu dicas bárbaras de como congelar camarões e peixes por até um ano sem perder o sabor e a textura.
O Zé do Bode meu fornecedor de abacaxi me escolhe os melhores!
A Lucia das frutas está chiquérrima com celulares e cartões de crédito – nem me atende mais, colocou o filho. Fora a barraca do frango que me serviu a cerveja mais gelada e gostosa que tomei lá.
E a cada feira me divirto e aprendo com esses homens e mulheres que levantam de madrugada e levantam as lonas, barracas, caixas e caixas de mercadorias.
E tomara a Deus que consigam vender bastante para desarmar o “circo” que, novamente nesse madrugada, vai ser levantado noutra freguesia.

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