Orgulho do hino


Há muitos anos eu não sinto orgulho ao ouvir este hino. Até agora.
Votei a ter vontade de levar a mão no peito, cantar junto com o povo brasileiro a esperança de um país mais limpo e mais honesto.
Não vai ser fácil para o Bolsonaro governar um país falido onde todas as instituições estão corrompidas dos pés à cabeça, mas há de se começar um dia. Há de se começar por alguém e não há ninguém melhor para este momento do que o Bolsonaro.
O Brasil, assim como um adolescente que perdeu a linha, o trilho e a cabeça, precisa de alguém de pulso firme que venha e bata a mão na mesa, dê as ordens, retire as regalias, coloque de castigo este rebelde perdido. E não se recupera ninguém assim sem disciplina. Ou alguém imagina que o Japão foi reconstruído depois da guerra com mãos de veludo? Não. Não há mais tempo para isso. É hora de exercer a autoridade, é a hora de se ter alguém com para colocar ordem nessa bagunça que muitos chamam de democracia.
Democracia não é isso o que se via no governo do PT. Aquilo se chama vandalismo, desrespeito à inteligência do povo brasileiro, falta de integridade moral e social, ausência de caráter e seriedade. O que se viu foi um bando de bandidos enriquecendo com o dinheiro público. Por isso estamos tão atrasados na educação, saúde, transporte público e gestão.
Há de se ter a esperança de que, lentamente, poderemos chegar a ser aquele país do futuro, como éramos chamados anos atrás.
Vai haver muita dificuldade política, mas hoje estou mais esperançosa.

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