Lei Áurea e a Consciência Negra


No dia 1º de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea pela Princesa Isabel, Princesa Imperial do Brasil. Data , esta sim, a ser comemorada e não o dia da consciência negra, em homenagem a Zumbi, que nem se sabe se realmente existiu, uma invenção da esquerda brasileira, claro, que na falta de heróis inventa-os.
A história cita o Quilombo dos Palmares, que, também tinha escravos, por incrível que pareça. E essa ficção deu origem aos quilombolas. Que tal? E hoje, em vez da monarquia , temos um regime presidencialista com uma constituição parlamentarista, que só fala em direitos e esqueceu dos deveres. Assim fica difícil.
E tenho orgulho que dizer que meu tataravô, Felisberto Ignacio da Cunha, (Pelotas, 11 de novembro de 1824 — Pelotas, 19 de dezembro de 1896) recebeu o título de Barão das Correntes por ter, no primeiro semestre de 1884, antes das Lei Áurea, libertado seus 200 escravos que continuaram a trabalhar para ele como operários livres.
Meu tataravô entrou para o Partido Liberal, foi vereador em Pelotas, deputado provincial e comandante da Guarda Nacional, e uma das figuras importantes que lutaram pelo abolicionismo. Quem quer faz, não fica de conversa mole.
Anyway, minha homenagem ao Dia dos Pretos Velhos, comemorado hoje pelos umbandistas, que têm cantos ou “pontos” lindos.
Esse foi gravado por Tomaz Lima. Saravá os Pretos Velhos, as vovós e os vovôs. E como diz o ponto, que não pode com mandinga não carrega patuá.
https://youtu.be/tzF9gPql8vo

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