Atentado contra o Brasil

Imagem: Arquivo Google – Metro1

Não houve vazamento de conversas. Houve CRIME cibernético de invasão de privacidade do Ministro Sérgio Moro, procuradores, desembargadores e juízes da Lava Jato. O ativista de esquerda que se apresenta como jornalista não publicou uma matéria, publicou uma “narrativa” em que a verdade não importa para atacar o Estado brasileiro. Um jornalista ouviria o contraditório. Ele não ouviu ninguém. E precisa explicar seu envolvimento com a atividade criminosa desses hackers .
Trata-se de uma organização criminosa atacando o estado de Direito. E matam. Lá como cá, é a mesma organização com seus tentáculos. Na Itália assassinaram em 1992 o juiz Giovanni Falcone e seu amigo o juiz Paolo Borsellino, pouco antes do início da Operação Mãos Limpas, mani pulite, inicialmente chamada Caso Tangentopoli (em português, ‘cidade do suborno’ ou ‘cidade da propina’), que teve início em Milão para apurar casos de corrupção e durou de 1992 a 1996, logo após o escândalo do Banco Ambrosiano, revelado em 1982, que implicava a Máfia, o Banco do Vaticano e a loja maçônica P2.
Segundo texto da Wikipedia, a operação “foi deflagrada após testemunhos do dissidente da KGB Vladimir Bukovski e do ex-mafioso Tommaso Buscetta e descobriu licitações irregulares e o uso do poder público em benefício particular e de partidos políticos. Comprovou ainda que empresários pagavam propinas a políticos para vencer licitações de construção de ferrovias, autoestradas, prédios públicos, estádios e obras civis em geral.
Com apoio e sob pressão da opinião pública, a Mãos Limpas teve como consequências o fim da chamada Primeira República e a extinção de muitos partidos políticos, levando muitos industriais, políticos, advogados e magistrados à prisão, enquanto outros envolvidos realizaram fugas espetaculares e 12 pessoas se suicidaram. Durante a campanha da operação Mãos Limpas, 2.993 mandados de prisão foram expedidos; 6.059 pessoas estiveram sob investigação, incluindo 872 empresários, 1.978 administradores locais e 438 parlamentares, dos quais quatro haviam sido primeiros-ministros.”
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Mais gente hackeada, desembargador e juiz, da Lava Jato. Cadê o Toffoli e o Alexandre de Moraes que tiraram do ar O Antagonista por publicar notícia verdadeira? Nada têm a dizer?
O Desembargador Federal Abel Gomes, relator de processos judiciais derivados da Operação Lava Jato no Tribunal Regional Federal – 2ª Região (TRF2), sofreu uma tentativa de invasão a dados de seu celular e à sua conta no aplicativo de mensagens Telegram.
O atentado digital ocorreu na quarta-feira, 5 de junho, e também foi praticado contra o juiz federal Flávio de Oliveira Lucas, que atuou no gabinete do desembargador, substituindo-o em período de férias. Flávio Lucas é hoje titular da 18ª vara Federal cível do Rio de Janeiro.
Ao perceber a tentativa dos hackers, o desembargador Abel Gomes acionou a Polícia Federal, que está investigando o caso. Em ofício encaminhado à PF, o magistrado ressaltou a necessidade de “esclarecer o grau de comprometimento desta invasão em meu telefone móvel, sistemas eletrônicos, e na minha vida privada e funcional”.
Abel Gomes é relator de processos, dentre outros, das Operações Calicute, Cadeia Velha e Furna da Onça, que têm por réus o ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, empresários e agentes públicos.
Para o desembargador, os criminosos tentam realizar “um tipo de ‘terrorismo eletrônico, para intimidar autoridades. Querem fazer uma demonstração de força, mostrar que seriam capazes de entrar na vida privada e até funcional das autoridades”.
Nota Pública do TRF2

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