12 mortos em incêndio no Hospital Badin – RJ

Foto: Arquivo Google – Jornal de Brasília

Que história triste o incêndio do hospital no Rio. Onze mortos.
Neste ano houve incêndio também no HCor, em São Paulo, porém sem vítimas. O motivo é o mesmo: sobrecarga no sistema elétrico.
No caso da capital paulista, os brigadistas internos conseguiram controlar o fogo antes de o Corpo de Bombeiros chegar.
A logística de traslado de pacientes também foi eficiente.
Na capital carioca não foi assim. As pessoas foram colocadas na rua, em colchonetes, até serem transferidas para outros hospitais.
Cenas que só vemos em zonas de guerra.
Pessoas perderam as vidas onde deveriam cuidar da saúde. Surreal.
As vítimas eram idosos, na faixa dos 80 anos, que morreram por inalação de fumaça tóxica ou por insuficiência respiratória porque os aparelhos foram desligados durante o incêndio.
Os dois fatos revelam o descaso no tema manutenção preventiva. Não adianta cama cheia de comandos e o básico, como a estrutura, estar sucateada, sem manutenção preventiva, atualização dos sistemas de climatização, geradores e outros mais.
São vidas perdidas para a negligência, o escracho.
Paralelo a isso está a falta de fiscalização dos órgãos que devem zelar pela segurança das pessoas.
Triste que aconteça isso no nosso país, tão castigado pela criminalidade em todas as esferas.
Infelizmente vive-se de exemplos e precisava acontecer algo assim para que as instituições de saúde cumpram os protocolos de segurança.
Ninguém vai a hospitais porque gosta, mas porque precisa. Daí a crueldade do ocorrido. Padecem os mais frágeis.
Esse episódio que vitimou pessoas vulneráveis no fim da vida não era para ter acontecido.

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