A máquina esquerdista de moer gente ou: sobre leões e hienas

Foto: William Burrard-Lucas

Desde que o Bolseiro foi eleito que a Esquerda se dedica, incansavelmente, a fazer o que sabe fazer de melhor: moer gente que represente alguma ameaça aos seus interesses.

E o faz de forma metódica, organizada e eficiente, tão eficiente que faz parecer que suas ideias são defendidas pela maioria do povo brasileiro. E não são.

Atacam pelas redes sociais, postam, repostam, respondem postagens, sempre usando de expressões grosseiras e tentando parecer que são mais do que realmente são, e, assim, influenciar a parcela mais volúvel e volátil, e, portanto, influenciável, da população.

A maior vítima dessa verdadeira máquina de moer gente é, claro, o presidente Bolsonaro, alvo de ataques, calúnias e fake news a todo instante, seguido de perto pelo ministro Moro e pelo professor Olavo.

Representantes do governo em áreas de particular interesse para a Esquerda, como a Educação, também são alvos preferenciais.

E a tática se repete, à revelia do povo que deseja apenas que o país funcione minimamente, que a economia prospere, que a segurança seja eficiente.

Simbolicamente, esquerdistas são hienas que atacam em bandos os leões solitários.

Na natureza, muitas vezes acontece de um leão isolado abater uma presa e ser dela despojado por uma matilha numerosa de hienas.

Os leões são incomparavelmente mais fortes, corajosos e nobres do que as hienas.

Mas até que abandonem sua natureza solitária e consigam formar grupos, correrão o risco de perder a vitória que conquistaram tão duramente.

Acho que vocês sabem do que estou falando.

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