Os vilões e os heróis da guerra contra o Coronavírus

Esta foi a mensagem de gratidão repetida no festival de lives (Um Mundo: Juntos em Casa):

– “Obrigada a todos os profissionais de saúde que estão salvando as pessoas pelo mundo”.

O gigantesco evento reuniu, no último sábado, centenas de artistas e personalidades da mídia internacional com séries musicais, depoimentos médicos e relatos de pessoas curadas.

O Megashow transmitiu um clima de alto astral com mensagens positivas para uma audiência virtual recorde. Uma bem-vinda injeção de ânimo para os brasileiros trancafiados no #FiqueEmCasa, angustiados, entediados e sobretudo indignados com o rumo da politização do Coronavírus, em tempos em que um prato de comida tende a se tornar tão importante quanto um respirador.

Nessa 3ª guerra mundial, que atingiu 193 nações, inclusive o Brasil, onde o distanciamento social é desvirtuado por oportunistas em busca do poder e da ganância.

O inimigo público número UM é a China Comunista, onde nasceu o COVID-19.

Além dos bilionários processos indenizatórios contra o governo comunista chinês, incriminando-o pela ocultação do surto, em Wuhan, o epicentro originário da peste chinesa, proliferam outras graves acusações. Muitas das 167.594 pessoas mortas no mundo teriam sido evitadas se as 21 fábricas chinesas, detentoras do monopólio da produção mundial.  tivessem fornecidos, a tempo, os produtos essenciais de proteção (máscaras) e equipamentos (respiradores).

O Brasil, um país dependente, já pagou os extorsivos valores das importações e aguarda a sua liberação pelo governo chinês.

Outro visível inimigo é o presidente da Câmara de Deputados. Como no antigo anúncio das Casa da Banha, Rodrigo Maia, via teleconferência, comanda a desafinada orquestra de “comparsas” e Governadores oportunistas ajuntados numa frente federativa para isolar e atacar o Presidente da República.

A sorrateira “conspiração”, urdida na calada das noites de quarentena, enseja um maquiavélico impeachment do Presidente e a volta da cleptocracia.

Um golpe, sem respaldo popular e militar.

Nessa vertigem o vilão falastrão tem como aliado a mídiavirus, que se dedica a sabotar a futura reconstrução do Brasil no day after da pandemia mundial.

A TV Globo, sem anúncios publicitários e na reprise de novelas sem audiência, se consagrou como a voz do apocalipse, a divulgadora oficial dos infortúnios e funerais. Só faz criticar o monumental esforço do governo federal para vencer a guerra.

Porém, na nossa democracia participativa, um feliz “grito mobilizador” ecoa nas redes sociais. Homenageia o glorioso devotamento e patriotismo dos que estão na linha de frente, salvando vidas. São NOSSOS heróis: TODOS os profissionais da saúde e TODOS os prestadores de serviços essenciais.

Eles acreditam que com Deus acima de TUDO, estaremos, em breve, de volta ao trabalho, após o forçado isolamento social.

Eles apoiam a equipe do Ministério da Saúde, sob a direção de um respeitável oncologista, ao invés de um político. Apoiam o novo “líder em gestão de saúde”, capaz de perseguir incansável e cientificamente a vitória final contra o COVID-19.

É hora de TODOS unidos, ouvir, esperançosos e solidários, a mensagem final transmitida no Supershow:

“ – Por favor, se cuidem. Tenham paciência, fé, força.”

É hora de confiar na luta do Capitão com amplo apoio popular para não “sermos derrotados” pela mais devastadora tragédia da humanidade.

AS REDES SOCIAIS FELICITAM NOSSOS HERÓIS NA LINHA DE FRENTE DA GUERRA CONTRA A PANDEMIA E REPUDIAM OS INIMIGOS OPORTUNISTAS.

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