A politização do ódio é pior do que a Coronavírus

O Presidente De Gaulle disse, em 1963: “O Brasil não é um país sério”. Antes, tinha dedicado ao Marechal Pétain, que apoiou a ocupação nazista na França, traição só justificada pela idade avançada, a célebre frase: “A velhice é um naufrágio”.

Em pleno surto ascendente do coronavírus, ceifando a cada dia mais vidas, o destino uniu dois ilustres brasileiros em suas velhices inglórias.

O primeiro é o decano do Supremo, o Ministro Celso de Mello, o algoz da Lava Jato.

A partir de 2002, com a criação da TV Justiça, as sessões do STF, numa heresia mundial, foram transmitidas ao vivo.

O decano se notabilizou por longos votos com intermináveis citações de erudição e de saudosos juristas na arquitetura barroca do seu “voto de qualidade”.

Após várias decisões controversas, subverteu a vigente jurisprudência do Supremo para dar seu voto decisivo em favor do fim da prisão em 2ª instância, soltando o #Lulalivre e centenas outros criminosos.

No apagar das luzes da ribalta, vem se superando nas decisões monocráticas. Exigiu a exibição pública do resultado negativo do coronavírus do Presidente e do vídeo de uma reunião ministerial. Tudo para jurispolitizar a pandemia e quiçá a vindita pessoal contra o Presidente, com o apoio da sórdida mídia e de políticos oportunistas, interessados no impeachment presidencial.

A velhice é um naufrágio para o decano que se aposenta dia 30 de outubro.

O segundo é o ex-presidiário Lula da Silva, condenado em todas as instâncias.

Tachado de “criminoso” pelo ex-ministro Sergio Moro, #Lulalivre fez “Caravana pelo Brasil!”, saudada com gritos de “Pega Ladrão”. Fugiu para Roma, onde visitou o Papa, sob as bênçãos do Banco do Vaticano. Depois da saudação papal, Lula, junto com sua trupe da alta militância foram para a Cidade-Luz, onde badalou tanto que a Prefeita comunista lhe concedeu o título de “Cidadão Honorário de Paris”.

A polícia francesa está investigando a invasão da embaixada do Brasil com posts ofensivos a Bolsonaro e o nosso embaixador, em Paris, protestou com “indignação” ao ataque ideológico do editorial do “Le Monde, “profundamente ofensivo, tanto para o Brasil,” como para Nosso Presidente, eleito democraticamente.

Na festança de caviar em prol da reeleição da prefeita e “cumpanheira” francesa, Lula sonhou com a sua volta ao poder. De regresso ao Brasil, não se conteve e desabafou:

— Eu, quando eu vejo os discursos dessas pessoas falando… Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus.”

Um dia depois do “Ainda bem”, Lula reconheceu: “Se algum dos 200 milhões de brasileiros ficou ofendido, peço desculpas. Sei o sofrimento que causa a pandemia”.

O povo não quer apenas o pedido de desculpas do “Monstro” solto. O povo sofrido exige a devolução da dinheirama da maior corrupção da história do Brasil, que foi comandada durante 16 anos pelo Chefão do Partido das Trevas, vulgo PT.

Dinheiro essencial para salvar vidas no sucateado SUS.

A velhice é um naufrágio para um ex-Presidente, ameaçado de prisão perpétua.

O destino uniu em “idade avançada” duas biografias que se denegriram num momento vital, quando o Brasil mais necessita de União e de Paz contra a Covid-19.

Que Deus nos proteja contra os inimigos da Justiça e os famintos de poder.

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