A China criminosa enfrenta processos e a opinião pública mundial

O filho do Presidente da República, o deputado Eduardo Bolsonaro, postou no Twitter: – “Quem assistiu Chernobyl vai entender o que ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus.. […]+1 vez uma ditadura preferiu esconder algo grave… A culpa é da China”.

A esquerda-comunistoide e os oposicionistas ao governo logo tomaram as dores da China.

O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao invés de defender o colega ou contemporizar, choramingou um “perdão em nome dos parlamentares brasileiros” ao embaixador chinês, que se excedeu diplomaticamente ao exigir um “pedido de desculpas” à ofendida China.

Os Presidentes do Brasil e da China solucionaram amigavelmente o desentendimento.

A origem dos fatos remonta a 27 de janeiro: um documento do Partido Comunista da China vazou e denunciou o prefeito de Wuhan de ocultar por “mais de duas semanas” o surto do coronavírus no município.

O novo Chernobyl pegou o mundo de sobressalto com uma diferença: o CONVID-19 atingiu a todos, inclusive ao Brasil, em recuperação do desastre nuclear petista.

As acusações contra a China, por ter deixado o “vírus proliferar”, em escala planetária, vitimando milhões de pessoas, recaem mundialmente na culpabilidade da ditadura de Xi Jinping, erguida sob cruéis regimes comunistas e sob o credo institucional comunista de ocultar os infortúnios.

O oftalmologista Li Wenliang, em Wuhan, denunciou as primeiras manifestações do surto. Foi preso e obrigado a se demitir. Morreu herói, infectado pelo vírus fatal.

O presidente Trump vem desacreditando a Organização Mundial da Saúde (OMS) por contestar que as análises genéticas de vários países apontam a China como a fonte comum do coronavírus.

A controvérsia só fez aumentar os bilionários processos indenizatórios contra a China. Um advogado no Texas reivindica U$ 20 trilhões. O mais recente querelante é a Índia. Sustentam que o COVID-19 tem origem numa arma biológica chinesa, em busca de poder. Lembram o discurso de Xi Jinping, em 2017: “Chegou a hora de a China liderar o mundo”.

Hoje, 21 fábricas chinesas monopolizam a produção mundial de equipamentos médicos de combate ao coronavírus. A maquiavélica conspiração chinesa venceu. O comércio internacional ficou à mercê de compras transfiguradas em leilões de quem dá mais, leva.

O Presidente Bolsonaro e o governo se empenham em vencer o apocalipse viral, cientes de que haverá um aumento esperado de casos nos próximos meses e um declive em meados de julho.

Todas as medidas de saúde e socioeconômicas estão sendo implementadas para a enfrentar a disseminação.

O governo federal, os Governadores e os Prefeitos carentes de suprimentos médicos, em especial de respiradores, enfrentam a guerra suja internacional com extorsivos pagamentos adiantados e aviões para buscar as encomendas na China.

Quando o Presidente Bolsonaro revela a sua angústia pela falta de respiradores é acusado de estar apenas preocupado com a saúde da economia.

Enquanto as lideranças políticas nas nações vitimadas estão unidas contra o CONVID-19, no Brasil, os políticos do quanto pior, melhor, com o apoio da sórdida mídia, buscam politizar a pandemia com fins eleitoreiros para 2020.

O deputado Eduardo Bolsonaro apenas desmascarou a face oculta da China comunista e a vil ambição dos políticos oportunistas e aproveitadores em busca de poder.

#odeputadoEduardoBolsonarotemharazão.

AS REDES SOCIAIS REIVINDICAM COM VEEMÊNCIA QUE O EMBAIXADOR CHINÊS YANG WANMINGS SE EMPENHE NA PRIORIDADE DA ENTREGA AO BRASIL DOS RESPIRADORES CONTRATADOS FABRICADOS NA CHINA.

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