A busca canalha do poder na era do Coronavírus

Em pleno surto do coronavírus, o Brasil vive um vandalismo político. Livre da prisão, por vergonhosa decisão do Supremo, o ex-Presidente Lula não poupou o ex-Ministro: “Moro não era um juiz, era um canalha”.

Ao que Moro retrucou: “Não respondo a criminosos, presos ou soltos”.

O “criminoso” Lula defendeu com veemência a realização da Copa do Mundo, em 2014, e das Olimpíadas, em 2016. Criticou “quem queria construir hospitais, em vez de receber os jogos esportivos”. Junte-se às declarações gravadas no YouTube, os 20 hospitais, que poderiam ter sido construídos com o dinheiro investido no Porto de Mariel, em Havana.

Enquanto os ex-fora do governo e do poder se desentendem, a comunidade internacional busca criminalizar os responsáveis pelo coronavírus, a China comunista.

O renomado médico Drauzio Varella é categórico: “Nós fomos muito benevolentes com essa doença, fomos otimistas demais” e relacionou o Carnaval como disseminador do novo coronavírus no Brasil.

É hora de relembrar quem propagou o surto do Convid-19 no Brasil.

Vários governadores, na semana do Carnaval, no final de fevereiro, abriram as portas de suas cidades à folia e aos estrangeiros, alguns possivelmente já infectados. Deixaram o povo se aglomerar nas ruas, enquanto o Covid-19 destruía a Itália e invadia Nova Iorque.

Pela representatividade e pela população de suas cidades, dois governadores foliões merecem destaque.

O Governador paulista se vangloriou de ter patrocinado “o maior carnaval do Brasil”.

Não se conteve nas redes sociais: “o Carnaval 2020 em SP foi contagiante”.

Deixou de ser prefeito de SP para se candidatar a Governador. Sem o apoio do eleito candidato Bolsonaro jamais chegaria ao Palácio dos Bandeirantes.

Para se lançar pré-candidato ao Planalto, em 2022, politizou o coronavírus com frases de efeito para atacar o Presidente da República e instabilizar o País.

Mas, a maioria dos paulistanos reage mal à escolha politizada de combate à pandemia e à ameaça de colapso da rede hospitalar de SP.

Já o Governador do Rio de Janeiro, um desconhecido ex-juiz, eleito, a reboque do candidato Bolsonaro, desfilou no Sambódromo e abraçou todo mundo. O Covid-19 não o poupou.

Com a população do RJ, sem hospitais e sem água potável nas torneiras, ousou se proclamar “candidato a Presidente da República” e opositor do governo federal.

Viciado em figurações bombásticas, conseguiu se superar na proeza do oportunismo: convidou o demissionário Sergio Moro para integrar o seu desvalido governo.

A verdade é que sempre se manipulou verbas públicas para criar redutos políticos ou feudos. Nunca se pensou democraticamente na saúde do povo. Nunca se viu tantos profissionais da saúde darem tudo de si para salvar vidas. Verdadeiros heróis.

Ao invés de TODOS se unirem para enfrentar e vencer a guerra contra a Covid-19, os antipatriotas traidores se juntaram para derrotar o eleito Presidente da República.

Os xingamentos de “Bozo” ou de “Burro” dos oportunistas no panelaço incentivado pela funesta TV Globo, merece uma contradita. Se fosse “sério” ou “inteligente”, como os “criminosos soltos e os canalhas” da velha República, ELESIM não seria o eleito com 58 milhões de votos, nem conseguiria governar com seu estilo honesto de dizer o que pensa e de agir patrioticamente na paz de Deus.

As redes sociais mandam um recado: os tambores do BASTA rufam.

E continuam Bolsonaro…

Notícias Relacionadas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *