Uma antecipação da prole do casamento de Fiat e Renault

Kwobi – fruto do casamento de Fiat com Renault

A Fiat propôs, a Renault ficou de pensar. Ou será que foi o contrário? É o grande babado da semana automotiva: o grupo FCA – conglomerado que reúne as marcas Fiat, Chrysler, Jeep, Ram, Dodge, SRT, Alfa Romeo, Lancia, Maserati e Abarth (e, até 2015, também a Ferrari, que hoje é independente) – e a Aliança Renault, Nissan e Mitsubishi iniciaram tratativas para um casamento que resultaria na terceira maior holding automotiva do mundo. Antecipando o que poderá aconter com modeos fabricados no Brasil pelas duas, as sua Rebimboca criou as oções nas fotos a seguir (evidentemente humorísticas).
Assim como entre os nobre e milionários, os casamentos por conveniência com objetivo de manter – e se possível ampliar – o patrimônio é comum no mundo das megacorporações. A Volkswagen, atual maior vendedora de carros do mundo, por exemplo, lidera um conjunto que inclui Audi, Seat, Lamborghini, Bugatti, Bentley Porsche, Ducatti e , Skoda, além das fabricantes de caminhões Scania e Mann.

A principal vantagem de ter muitas marcas, é claro, é poder compartilhar entre elas a pesquisa, desenvolvimento e fabricação de plataformas e outros componentes para os diversos modelos, e, em certa medida, enxugar a própria estrutura corporativa, além de desenvolver uma estratégia de mercado bem mais abrangente e flexível. No caso da VW, as marcas e modelos são distribuídos de formas diferentes pelo mundo a fora, de acordo com cada mercado local. Isso e mais logística, negociações políticas e econômicas quanto maior e mais rico o grupo, mais peso cacife ele vai ter neste nosso mundão competititivo.
Não é nada, mas nada mesmo provável que você vá ver modelos como o Kwobi (mistura de Renault Kwid com Fiat Mobi) e o Mwid (idem) que toscamente montei para ilustrar este post. A tendência é que as marcas mantenham estilos e linhas diferentes, segmentando os mercados. Mas é muito, mas muito provável que, se a coisa engrenar mesmo, diversos projetos dessas marcas passem a compartilhar, por exemplo motores. E, como falamos de futuro, provavelmente esses motores serão para veículos híbridos e/ou elétricos.

Fonte: Blog Rebimboca

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