Confiamos ou não na OMS?

Tornou-se uma sina tentar escapar de alguma declaração da OMS sobre a pandemia.

Google – Revista Oeste

Se você consegue escapar de uma, no dia seguinte é alvejado por um desmentido da que evitou ler.

Kerkhove, uma nova comediante do elenco trapalhão da OMS, disse na segunda-feira que “ainda parece raro uma pessoa assintomática realmente transmitir adiante a um indivíduo secundário”.

A declaração que causou surpresa e atraiu críticas, pois minaria o protocolo do distanciamento social para conter a transmissão viral,foi a mensagem que escapei de ler.

Soube da declaração de ontem da atriz porque ela voltou à cena para desdizer o que disse ontem.

Hoje, Kerkhove diz que até 40% da transmissão viral pode ser de pacientes assintomáticos, mas pouco se sabe sobre o vírus para chegar a essa conclusão.

“É uma revisão constante e constante evolução e debate”, disse Kerkhove. “E quero dizer que, de uma maneira construtiva de dizer, o que sabemos, quais são as principais perguntas, o que não sabemos e o que estamos fazendo para lidar com os desconhecidos? Não basta dizer que não sabemos.”

Francamente, dona Kerkhove,é melhor calar-se.

Grande parte da população mundial desconfia da OMS e ficaria mais segura se a organização dissesse que nada sabe sobre o vírus.

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