Autonomia de gênero?

Se a argumentação a favor da autonomia de gênero se pautasse sobretudo na escolha da sexualidade que se pretende assumir, não haveria tanta discussão e canastrices.
O sujeito se converteria ao gênero que a natureza lhe negou e ponto. Porém, quando essa opção pessoal se torna uma política impositiva as coisas se complicam.
O jogador de vôlei se torna uma moça, porém, ao assumir o novo gênero, a natureza não lhe subtrai a taxa hormonal, a potência muscular, a implosão e a força que destina aos machos da espécie.

Para mim, uma pessoa que renega as diferenças biológicas e se impõe apenas pela convenção de aparente sexualidade é um canalha.
Outra dia assisti um documentário em que uma celebridade das artes, já morto, justificou sua preferência sexual por meninos de 6 a 9 anos porque no íntimo ele “se sentia uma criança”.
Descriminalizar a pedofilia é mais uma tentativa escrota e covarde de política impositiva.
Ana Paula e as mulheres atletas estão certas ao combaterem uma impostura inadmissível à competição entre iguais.
Num bate-papo entre amigos homens, todos héteros, o silêncio de segundos foi precedido de gargalhada coletiva quando perguntei: o que está acontecendo conosco que sempre admiramos mulheres fortes e emancipadas? Nos convertemos nos derradeiros feministas?

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