A Petrobras e as ações judiciais nos EUA


Em 2014, a Petrobras se tornou alvo de ação judicial nos EUA movida por investidores.
A acusação foi por violação das normas da Securities and Exchange Commission (SEC). Alguns chegaram a prever que se o nó apertasse, a Petrobras poderia ser impedida de negociar ações nos mercados de Nova York.
A ‘gerentona’ Dilma, então no comando do país e seus assessores achavam que era moleza. Que poderiam enganar os investidores internacionais como enganavam os nativos brasileiros.
Na virada para 2015, outra bomba Dilma explodiu no mercado internacional de capitais .A Eletrobras virou alvo de ação judicial nos EUA em nome de investidores.
Em 2018, a Justiça da Holanda acatou ação coletiva de investidores contra a Petrobras.
A soma de evidencias terríveis sobre a gestão das estatais no período Dilma gerou alto grau de desconfiança internacional,que foi um pouco reduzida quando seu ‘mordomo’ assumiu a presidência do Brasil.
Foi a partir de então que os caríssimos advogados (sempre eles) das estatais brasileiras, voltaram para casa e anunciaram acordos ‘fantásticos’ com os investidores e fim dos ´processos nas cortes internacionais contra companhias estatais.
A mentira ‘aveludada’ na imprensa dava a entender ao leitor que tudo havia voltado ao normal.
Pasadena pararia de enferrujar no bolso dos brasileiros. Mais tarde foi vendida como bagaço e, novamente, tudo pareceu ter voltado ao normal. SQN!
A aparência de normalidade é um embuste.
Na verdade, os acordos judiciais com investidores e fundos de pensões agradaram parte, sobretudo os maiores investidores, mas, não todos os prejudicados pelas falcatruas do governo brasileiro que dilapidou as companhias estatais e comprometeu a segurança institucional e a baixa credibilidade brasileira mundo afora.
Além do mais, a crise de confiança dos mercados é pautada na gradual recomposição dos trambiqueiros no indicador de confiança do Securities and Exchange Commission (SEC).
Isso não se dá da noite para o dia. Até hoje, grandes instituições financeiras internacionais, envolvidas na crise de 2008, sofrem consequências. Algumas desapareceram, outras se fundiram com novos parceiros e tentam se restabelecer.
Em 2015, duas importantes agências de classificação de risco rebaixaram o Brasil. Em 2017, o Brasil despencou no índice de confiança de investimento externo e sucessivos etc,etc e tal.
Ontem, circulou uma informação, muito festejada pela resistência, de que em três meses o Brasil perdeu a ‘admirável e sólida’ posição de pais atraente para investidores internacionais.
Se eu fosse capitalista internacional, investiria no Brasil. Concentraria meu investimento em uma rede de clínicas psiquiátricas – tipo grandes supermercados psiquiátricos – e em fármacos tarja preta para controle de surtos de esquizofrenia coletiva.

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